From Rookie to Legend #3
Bem-vindos a mais uma edição neste vosso novo espaço de domingo. Fiquem uns minutinhos e assinem o livro à saída.
BIG SHOW

Paul Wight é um dos wrestlers que mais admiro actualmente. Leio por ai diversas acusações à sua pessoa. È lento, é gordo, não tem agilidade, etc. Certo, pode não ser um Umaga, mas não deixa de ter grandes qualidade. Começando pelas ring-skills, basta ver o combate contra o Undertaker no No Mercy para se perceber que Big Show não é apenas um Big Slow, como diziam alguns cartazes. A quantidade de bumps que o homem é capaz de levar e mesmo a forma como vende os golpes sofridos deixam-no anos luz à frente de senhores como The Great Khali, o mamalhudo Big Daddy V ou o desinteressante Snitsky.
Não são no entanto os ring-skills por si só que fazem Big Show um dos meus favoritos, obviamente. Wight é para mim o exemplo máximo de excelência em termos de psicologia de ringue.
Devo dizer que discordo da noção que muitos apresentam como exemplo de psicologia de ringue. Focar-se durante todo o combate num ponto especifico do corpo do adversário para depois poder aplicar o finisher nesse mesmo ponto, ou simplesmente enfraquece-lo para que não possa dar a sua machadada final, não é para mim virtude nenhuma. Uma coisa tão simples pode facilmente ser definida pelos bookers ou pelo road agent responsável por supervisionar o combate. Não é dificil.
O comportamento de Big Show num ringue de wrestling é a real definição do que é para mim psicologia de ringue. Cada passo que dá no ringue, cada movimento, cada expressão facial, dá ao combate um carisma especial, uma imagem de fluidez e consistência, só ao nível de homens como Ric Flair.
Posto isto, estou bastante contente com o push que está a receber, apesar de achar que Big Show tem uma cara de gajo porreiro demasiado acentuada, o que o torna um pouco menos convincente como heel nesta altura da carreira em que já é quase um face honorário. No entanto, e apesar de um inicio de transição pouco convincente, Wight conseguiu a conversão total e é agora um heel sólido e temível, que não me importava nada de ver com o cinto que agora pertence ao Mr.Stephanie McMahon.
È tudo. Sejam felizes e até quarta-feira.
BIG SHOW

Paul Wight é um dos wrestlers que mais admiro actualmente. Leio por ai diversas acusações à sua pessoa. È lento, é gordo, não tem agilidade, etc. Certo, pode não ser um Umaga, mas não deixa de ter grandes qualidade. Começando pelas ring-skills, basta ver o combate contra o Undertaker no No Mercy para se perceber que Big Show não é apenas um Big Slow, como diziam alguns cartazes. A quantidade de bumps que o homem é capaz de levar e mesmo a forma como vende os golpes sofridos deixam-no anos luz à frente de senhores como The Great Khali, o mamalhudo Big Daddy V ou o desinteressante Snitsky.
Não são no entanto os ring-skills por si só que fazem Big Show um dos meus favoritos, obviamente. Wight é para mim o exemplo máximo de excelência em termos de psicologia de ringue.
Devo dizer que discordo da noção que muitos apresentam como exemplo de psicologia de ringue. Focar-se durante todo o combate num ponto especifico do corpo do adversário para depois poder aplicar o finisher nesse mesmo ponto, ou simplesmente enfraquece-lo para que não possa dar a sua machadada final, não é para mim virtude nenhuma. Uma coisa tão simples pode facilmente ser definida pelos bookers ou pelo road agent responsável por supervisionar o combate. Não é dificil.
O comportamento de Big Show num ringue de wrestling é a real definição do que é para mim psicologia de ringue. Cada passo que dá no ringue, cada movimento, cada expressão facial, dá ao combate um carisma especial, uma imagem de fluidez e consistência, só ao nível de homens como Ric Flair.
Posto isto, estou bastante contente com o push que está a receber, apesar de achar que Big Show tem uma cara de gajo porreiro demasiado acentuada, o que o torna um pouco menos convincente como heel nesta altura da carreira em que já é quase um face honorário. No entanto, e apesar de um inicio de transição pouco convincente, Wight conseguiu a conversão total e é agora um heel sólido e temível, que não me importava nada de ver com o cinto que agora pertence ao Mr.Stephanie McMahon.
È tudo. Sejam felizes e até quarta-feira.