From Rookie to Legend [Xpress Edition]
Bem-vindos a esta edição especial do FRTL, que poderá tornar-se regular às quartas-feiras de forma a colmatar o provável abandono da rubrica "Diaries of a Jobber" por parte do seu autor.
Tyrano de Bergerac

Já muito se tem dito sobre o facto de Paul Levesque ser o genro do patrão. Não gosto de seguir modas, não me apetece parecer mark, mas a verdade é que não podia deixar de escrever sobre esta assunto. Não depois do No Mercy. Não depois daqueles 10 segundos em que eu ponderei seriamente deixar de ver wrestling, ou pelo menos de seguir a WWE.
Triple H é optimo no ringue e impecável no microfone, tem até aquela coisa intangivel a que se chama "star quality". Mas também tem um desejo enorme de enterrar os outros lutadores. O problema é que não o faz apenas nas suas promos a roçar o quebrar completo do keyfabe e que obviamente só ele pode fazer. O que se passou no No Mercy deixou-me perplexo e enojado.
Whisper in the Wind. Safou-se. Normalissimo. Mas logo depois, Twist of Fate e Swanton Bomb, em cheio. Hunter aproveita-se do pin desleixado de Jeff Hardy e pumba, 1-2-3, sem um unico pedigree ou outra manobra de grande impacto Hardy saia derrotado. Bem, se o Cena é o Super-Homem não sei o que será o Triple H.
Quem está habituado a ler-me sabe que nem sequer tenho uma afeição especial pelo Hardy mais novo. A minha repulsa é originada tão somente pela total falta de lógica daquele final, e pelo enterro que o mesmo significa para Jeff. Afinal o rapaz fez tudo o que podia, o seu melhor, e em meros 3 segundos, com um movimento básico e que não causa qualquer dano, perdeu. Bem, depreende-se que nunca há de lá chegar.
Desde as histórias ridículas de como a WWE tenta proteger a imagem publica do seu futuro manda-chuva até este final ridículo de combate, o 12º reinado de Triple H tem sido absolutamente vazio de emoção ou incerteza. Vou esperar por sexta-feira para ver a Smackdown, mas tenho 99% de certeza que não vou ver um novo campeão.
È tudo.
Tyrano de Bergerac

Já muito se tem dito sobre o facto de Paul Levesque ser o genro do patrão. Não gosto de seguir modas, não me apetece parecer mark, mas a verdade é que não podia deixar de escrever sobre esta assunto. Não depois do No Mercy. Não depois daqueles 10 segundos em que eu ponderei seriamente deixar de ver wrestling, ou pelo menos de seguir a WWE.
Triple H é optimo no ringue e impecável no microfone, tem até aquela coisa intangivel a que se chama "star quality". Mas também tem um desejo enorme de enterrar os outros lutadores. O problema é que não o faz apenas nas suas promos a roçar o quebrar completo do keyfabe e que obviamente só ele pode fazer. O que se passou no No Mercy deixou-me perplexo e enojado.
Whisper in the Wind. Safou-se. Normalissimo. Mas logo depois, Twist of Fate e Swanton Bomb, em cheio. Hunter aproveita-se do pin desleixado de Jeff Hardy e pumba, 1-2-3, sem um unico pedigree ou outra manobra de grande impacto Hardy saia derrotado. Bem, se o Cena é o Super-Homem não sei o que será o Triple H.
Quem está habituado a ler-me sabe que nem sequer tenho uma afeição especial pelo Hardy mais novo. A minha repulsa é originada tão somente pela total falta de lógica daquele final, e pelo enterro que o mesmo significa para Jeff. Afinal o rapaz fez tudo o que podia, o seu melhor, e em meros 3 segundos, com um movimento básico e que não causa qualquer dano, perdeu. Bem, depreende-se que nunca há de lá chegar.
Desde as histórias ridículas de como a WWE tenta proteger a imagem publica do seu futuro manda-chuva até este final ridículo de combate, o 12º reinado de Triple H tem sido absolutamente vazio de emoção ou incerteza. Vou esperar por sexta-feira para ver a Smackdown, mas tenho 99% de certeza que não vou ver um novo campeão.
È tudo.