Duff Man’s Spin-Off Showcase Variety Hour # 1 – Bound for What? Parte 1
Uma Promo para estreia.
Á exactamente um mês atrás estava eu a dar começando, deixando por escrito, tanto a minha partida da indústria ‘’blogosferica’’, assim como um voto de silêncio em relação aos comentários dos pré-definidos conceitos de controvérsia dos quais somos confrontados quase diariamente ao assistirmos a um banal programa de Wrestling.
O que não esperava, e que agradeço desde de já, foi esta dadiva, que surpreendentemente aceitei, de escrever no blog que será definitivamente o cume da minha escalada para o sucesso e para a imortalidade.
Nem o mundo, nem a meu próprio subconsciente consegui calar o meu espírito crítico, acabando a partir desde momento a minha abstinência (que ainda teve a duração de um mesinho completo) em relação ás crónicas.
Quanto á minha rubrica Duff Man’s Spin-Off Showcase Variety Hour, pouco vos poderei informar, visto os únicos limites que esta irá seguir serão a tese de que ‘’a anarquia é a mais complexa forma de organização), visto que semanalmente a minha postura quanto cronista será mudada drasticamente para uma nova posição, podendo aparecer como analista, biografo ou mesmo entrevistador.
Agora, sem mais demoras, agradecia a vossa atenção para a crónica que se segue.
Apresentado a crónica propriamente dita.
Fazem hoje cerca de 24 dias (pronto sou preguiçoso e não tive tempo de calcular um valor exacto) que um grupo de atletas minimamente dotados decidiram fornicar aquele que por definição seria um majestoso culminar de uma época desta modalidade (eu tenho como uma época de Wrestling, o espaço compreendido entre uma Wrestlemania e outra ou ainda entre um Bound For Glory e outro).
Tanto a mim como provavelmente a todos os intervenientes na escrita deste maravilhoso evento, todo o seu decorrer pareceu-nos puro brilhantismo estampado em papel. Infelizmente quando se trata á pratica, as coisas complicam-se a olhos vistos, tendo eu acabado minimamente desiludido com o decorrer do PPV, por uma sucessão de razões que irei enumerar. Mesmo assim não deixou de ser um evento que se encaixa perfeitamente na escala do histórico.
Eu sei que já se faz tempo no qual esse rescaldo deveria ter sido feito, mas visto que estava impossibilitado de escrever e que necessito realmente de afogar a minha mágoa, agradecia que me dessem uma oportunidade.
O que não esperava, e que agradeço desde de já, foi esta dadiva, que surpreendentemente aceitei, de escrever no blog que será definitivamente o cume da minha escalada para o sucesso e para a imortalidade.
Nem o mundo, nem a meu próprio subconsciente consegui calar o meu espírito crítico, acabando a partir desde momento a minha abstinência (que ainda teve a duração de um mesinho completo) em relação ás crónicas.
Quanto á minha rubrica Duff Man’s Spin-Off Showcase Variety Hour, pouco vos poderei informar, visto os únicos limites que esta irá seguir serão a tese de que ‘’a anarquia é a mais complexa forma de organização), visto que semanalmente a minha postura quanto cronista será mudada drasticamente para uma nova posição, podendo aparecer como analista, biografo ou mesmo entrevistador.
Agora, sem mais demoras, agradecia a vossa atenção para a crónica que se segue.
Apresentado a crónica propriamente dita.
Fazem hoje cerca de 24 dias (pronto sou preguiçoso e não tive tempo de calcular um valor exacto) que um grupo de atletas minimamente dotados decidiram fornicar aquele que por definição seria um majestoso culminar de uma época desta modalidade (eu tenho como uma época de Wrestling, o espaço compreendido entre uma Wrestlemania e outra ou ainda entre um Bound For Glory e outro).
Tanto a mim como provavelmente a todos os intervenientes na escrita deste maravilhoso evento, todo o seu decorrer pareceu-nos puro brilhantismo estampado em papel. Infelizmente quando se trata á pratica, as coisas complicam-se a olhos vistos, tendo eu acabado minimamente desiludido com o decorrer do PPV, por uma sucessão de razões que irei enumerar. Mesmo assim não deixou de ser um evento que se encaixa perfeitamente na escala do histórico.
Eu sei que já se faz tempo no qual esse rescaldo deveria ter sido feito, mas visto que estava impossibilitado de escrever e que necessito realmente de afogar a minha mágoa, agradecia que me dessem uma oportunidade.
. Steel Asylum
Antes de mais, e para dar um carácter didáctico á crónica, gostaria de passar a ideologia, de que o conceito e a própria estrutura do combate provem do México, nomeadamente da companhia AAA, que ao longo destes anos têm nos providenciado óptimas relações com a empresa a qual ofereço a minha lealdade, refiro-me sim á TNA. (Obrigado Wikipedia pelos maravilhosos momentos que tens disposto a nós cronistas).
Terei de confessar que antes da estreia deste gimmick match, andava pelos contos da blogosfera a tentar satisfazer as minhas necessidades como adepto da modalidade, procurando apenas uma amostra do que poderia sair dali. Abria os braços á fé, tendo toda a certeza de que poderia estar perante um novo conceito de espectáculo. Parecia-me a mistura prefeita, a brutalidade uma Elimination Chamber, a arquitectura de um combate típico de X-Division e ainda uma pitada do conceito dos populares Xcape Matches que estes senhores nos têm vindo a providenciar. Infelizmente e afundando-me progressivamente, estava redondamente enganado.
Apesar da primeira edição deste género de duelo ter sido no máximo aceitável, esta sequela foi no máximo um desleixo por parte dos responsáveis. Iniciando pelo facto de calcar dez diferentes artistas num ringue, que por si mesmo têm diminuídas dimensões e uma forma não totalmente conveniente, ser na menor das hipóteses começar a caminhar para uma grande queda. Além do facto do volume da própria estrutura ser um facto para a redução do espaço disponível, ao contrário do que acontece com a Elimination Chamber, que apresenta históricos resultados, nomeadamente pelo facto de ser uma estrutura externa.
A única imagem mental que tenho deste Steel Asylum, é de uma quantidade ínfima de formigas
numa jarra a lutar pela vida (ou pelo menos pelos grãos de açúcar que maliciosamente se colocam no topo da jarra), chegando á conclusão de que grande parte dos atletas presentes estariam perfeitamente disponíveis para serem retirados do combate. Falando do Johnny Devine, que mais tarde é protagonista do Monster Balls, tendo já o seu lugar garantido no PPV e Eric Young que acabou por participar em dois combates na mesma noite, visto que combateu no Dark match do evento. Fora estes dois, como vão perceber mais á frente na crónica, Lethal e Petey Williams poderiam ter ser reservados para outra batalha, que será referida mais á frente.
Ainda entre outros factores que levaram e este combate a ser designado como fraquinho, temos a quantidade exagerada de highspots. Eu não me importo de referir que sou um adepto de apreciar e desfrutar de uns bons momentos de spotfest e sendo um grande admirador da X-Division poderei referir que estes dois são autenticas definições um do outro. Mas o que me incomoda é que estas chamadas ‘’stunts’’ para além de pessimamente posicionadas, foram descredibilizadas pela rapidez com os oponentes se levantam e voltavam á sua vidinha após terem sido atingindo pelas manobras que teoricamente marcam o final de um combate. Ainda por cima, estes spots foram realmente de baixo nível, não havendo qualquer interacção com a própria estrutura nem grandes atitudes a pares e a trios.
Para finalizar não posso deixar em branco o deprimente desfecho que teve, além da descredibilização do prémio que Machismo formalmente ganhou, visto que em curtos minutos a sua oportunidade de voltar a ser coroado campeão, foi desperdiçada num Impact, sem inicio de feud, sem consequências, sem segundos efeitos.
Para finalizar não posso deixar em branco o deprimente desfecho que teve, além da descredibilização do prémio que Machismo formalmente ganhou, visto que em curtos minutos a sua oportunidade de voltar a ser coroado campeão, foi desperdiçada num Impact, sem inicio de feud, sem consequências, sem segundos efeitos.
A única coisa que me poderá ter surpreendido, pela positiva, foi a mudança de nome para algo com mais glammour (lol).
. The Bimbo Brawl
O combate não foi tão mau como esperava, o que já ganham uns pontos positivos a favor da empresa de Orlando. Agora o pior, foi o facto de todo o combate não corresponder nem ao nome, nem ao que esteva previamente planeado. Pedes bife e eles dão te lagosta. Não quer dizer que a troca tenha sido pior, simplesmente não foi aquilo que prometeram. O que significa ou que o dicionário de sinónimos foi deixando em casa ou que voltaram a fazer asneira, tendo em conta que a única coisa ‘’hardcore’’ que pudemos observar no combate, foi a triste figura de Kip James, que a meu ver já deveria ter o seu lugar garantido no olho da rua. Mais um vez desiludido, desta vez com Rhino que em dias já teve o carisma suficiente para impulsionar e levantar a moral de um combate deste género. Não falando do sempre maravilhoso trabalhos das KnockOuts, que mais uma vez corresponderam ás minhas expectativas.
Tanto a O.D.B, como o ‘’War Machine’’ têm além da experiencia, o seu lugarzinho garantido na história dos debates com armas, tanto pelas Brawls anteriormente realizadas pela primeira referida, como com os maravilhosos combates em que Rhino nos tem proporcionado ao longo de toda a sua carreira, devido á sua enorme criatividade no que toca á sua relação com tudo o que têm á mão de semear, desde mesas, cadeiras, agrafadores, entre outros… Também percebo que seria repetitivo dois combates do mesmo género na mesma noite, mas na mesma vejo-o com mais um projecto falhado pelos bookers da TNA.
. X-Division Championship
Este sim, foi um combate que me surpreendeu.
Muito longe de ser um combate propício a um Bound For Glory, mas mesmo assim deu para concluir e argumentar duas situações: o estado miserável em que esta divisão se encontra, nomeadamente pelo seu representante, e a qualidade indiscutível de Creed que por mim teria todo o direito de levar o título consigo. Seria um push arriscado, mas face á actual posição em que o titulo se encontra valia a pena. Sinceramente ainda não consigo perceber onde estão os supostos padrões que Davari (continuarei a chamar-lhe assim, mesmo com a intenção de repugnância e desrespeito) preenche para se consagrar campeão da X-Division.
Pelo facto de ser considerado um bom heel, o seu limitado e restritíssimo move-set é mais do que motivo para este atleta ser encostado a um canto ou voltar a ocupar o papel de manager ao qual já está habituado (é também de referir que este já foi manager de Angle). Agora, que reviravolta é que se poderia dar a este combate, de modo a que se torna-se um dos êxitos do ano?
Muito simples. Temos dois antigos campeões, que já tinha anteriormente reservado, disposto a voltarem a ser adicionados ao percurso pelo título, formando agora um Fatal Four, digna de um evento dos grandes. Ambos Lethal e Williams tiveram reinados simpáticos e convincentes em serem repetidos (apesar do de Machismo começar a tornar-se monótono), que foram interrompidos brutalmente, esquecendo por completo aquelas mudanças graduais, quase orgânicas que se deverão ter em conta na mudança de um título. Agora, estas transições foram feitas de modo a causar impacto ou mais uma má decisão do booking?
Pelo facto de ser considerado um bom heel, o seu limitado e restritíssimo move-set é mais do que motivo para este atleta ser encostado a um canto ou voltar a ocupar o papel de manager ao qual já está habituado (é também de referir que este já foi manager de Angle). Agora, que reviravolta é que se poderia dar a este combate, de modo a que se torna-se um dos êxitos do ano?
Muito simples. Temos dois antigos campeões, que já tinha anteriormente reservado, disposto a voltarem a ser adicionados ao percurso pelo título, formando agora um Fatal Four, digna de um evento dos grandes. Ambos Lethal e Williams tiveram reinados simpáticos e convincentes em serem repetidos (apesar do de Machismo começar a tornar-se monótono), que foram interrompidos brutalmente, esquecendo por completo aquelas mudanças graduais, quase orgânicas que se deverão ter em conta na mudança de um título. Agora, estas transições foram feitas de modo a causar impacto ou mais uma má decisão do booking?
Gostei do pormenor da introdução que foi dada ao combate, apesar de me parecer ter sido uma obra á portuguesa, em que tudo foi feito em cima da hora, o que também se revelou no tenebroso hype e storyline (que foram praticamente inexistentes) em volta desta defesa do ouro. Felizmente foi um combate agradável de se ver.
O que aconteceu. (Obviamente que a imagem foi montada de modo a representar a minha visão quanto a Russo, nomeadamente o uso do trovão estilo Paint)
O que poderia ter acontecido
Como já tenho sido repreendido pela exagerada extensão dos meus textos (o que me custou uma melhor colocação no concurso do BGW) decidi dividir o texto em determinadas partes. Assim dadas as circunstancias, terei de finalizar o meu texto com um ‘’continua…’’
Mais uma vez agradeço a oportunidade
Oh Yeah !
Bang Bang !
P.S. Cuidado com a Gaffe no Aw''e''some. Sorry