Serei um Smart! - "A Besta"

Brock Lesnar, conseguiu no passado Domingo mais um grande feito, a juntar ao seu enorme currículo, a conquista do UFC Heavyweight Championship.
Não sou um especialista em MMA, nem sequer acompanho com regularidade este género de luta, mas penso que o feito de Lesnar é no mínimo, bastante louvável, dado ter sido só a sua terceira luta na UFC.
Lesnar, idolatrado por muitos, odiado por tantos outros, é um divisor de opiniões, mas acima de tudo, é uma força da natureza. A sua capacidade física, dá-lhe condições para singrar em vários géneros de palcos, como se tem visto.
Aquando da sua apresentação na WWE, Paul Heyman, apresentou-o como "The Next Big Thing!" E não falhou. Rapidamente criou impacto, arrasando qualquer adversário que lhe surgisse pela frente. Tornou-se King of the Ring, bateu mais tarde Hogan, lançando-se de seguida em perseguição de Rock pelo WWE Undisputed Champion, conquistado no SummerSlam de 2002.
A WWE depositou grande confiança em Lesnar, dada as suas condições naturais para ser um dos rostos da empresa. Haviam falhas e muitas, a nível de trabalho no micro, mas ai Heyman foi a muleta ideal para uma "besta" com as condições de Lesnar.
A "The Next Big Thing!", subiu ao topo da WWE, bateu Hogan, Rock, Angle, Cena, Undertaker (num Hell in a Cell de forma limpa!) entre tantos outros, mas virou as costas à empresa e aos McMahon, assim como a todos os fãs, e à industria em geral. As passagens pelo Japão, entre outros, serviu acima de tudo para ganhar alguns dinheiros, pura e simplesmente.
Têm passado aos longos dos anos, diversas "bestas" humanas na WWE. Ainda hoje, são exemplo disso elementos como Batista, mas poucos, tinham as condições de Lesnar para se tornarem verdadeiros icons da industria. Aliado à grande condição física, Lesnar trazia consigo uma bagagem enorme de wrestling amador, o que fazia de si um elemento quase único. A WWE quis fazer de si um dos maiores, mas Lesnar não quis.
Mas dada a sua condição de "besta humana", Lesnar encontrou na UFC a casa ideal para voltar à ribalta. A luta ai é a sério. Os golpes são verdadeiramente devastadores, e dolorosos. As lutas intensas e o espectáculo mediático.
Não sou um especialista em MMA, nem sequer acompanho com regularidade este género de luta, mas penso que o feito de Lesnar é no mínimo, bastante louvável, dado ter sido só a sua terceira luta na UFC.
Lesnar, idolatrado por muitos, odiado por tantos outros, é um divisor de opiniões, mas acima de tudo, é uma força da natureza. A sua capacidade física, dá-lhe condições para singrar em vários géneros de palcos, como se tem visto.
Aquando da sua apresentação na WWE, Paul Heyman, apresentou-o como "The Next Big Thing!" E não falhou. Rapidamente criou impacto, arrasando qualquer adversário que lhe surgisse pela frente. Tornou-se King of the Ring, bateu mais tarde Hogan, lançando-se de seguida em perseguição de Rock pelo WWE Undisputed Champion, conquistado no SummerSlam de 2002.
A WWE depositou grande confiança em Lesnar, dada as suas condições naturais para ser um dos rostos da empresa. Haviam falhas e muitas, a nível de trabalho no micro, mas ai Heyman foi a muleta ideal para uma "besta" com as condições de Lesnar.
A "The Next Big Thing!", subiu ao topo da WWE, bateu Hogan, Rock, Angle, Cena, Undertaker (num Hell in a Cell de forma limpa!) entre tantos outros, mas virou as costas à empresa e aos McMahon, assim como a todos os fãs, e à industria em geral. As passagens pelo Japão, entre outros, serviu acima de tudo para ganhar alguns dinheiros, pura e simplesmente.
Têm passado aos longos dos anos, diversas "bestas" humanas na WWE. Ainda hoje, são exemplo disso elementos como Batista, mas poucos, tinham as condições de Lesnar para se tornarem verdadeiros icons da industria. Aliado à grande condição física, Lesnar trazia consigo uma bagagem enorme de wrestling amador, o que fazia de si um elemento quase único. A WWE quis fazer de si um dos maiores, mas Lesnar não quis.
Mas dada a sua condição de "besta humana", Lesnar encontrou na UFC a casa ideal para voltar à ribalta. A luta ai é a sério. Os golpes são verdadeiramente devastadores, e dolorosos. As lutas intensas e o espectáculo mediático.
"The show must go on"