Reflexões Partilhadas - Monday Night War - O vencedor

O rescaldo da passada segunda feira à noite faz lembrar a última noite eleitoral Portuguesa, ou seja, segundo as leituras possíveis, todos saíram vencedores. A primeira batalha, daquela que aparentemente será a nova guerra das segundas feiras à noite, não fez mortos, nem mesmo feridos, antes pelo contrário, apenas deu para todos sorrirem, e poderem considerar-se vencedores da noite, em especial os fãs.
Começando precisamente por nós, fãs. A noite de segunda feira foi a amostra de como a concorrência à saudável. Isso é reflectido em tudo, desde a qualidade do produto a apresentar por parte das empresas que vendem os seus serviços, até à adesão dos consumidores ao mesmo. Por exemplo o WN teve ontem um dia quase histórico em termos de visitas, sendo apenas ultrapassado por dias pós Wrestlemania. Nem mesmo os PPVs mensais conseguiram cativar tantos interessados. Como o WN, o mesmo sucedeu na quantidade de pessoas que ligaram a TV para assistir a um programa de wrestling, ao todo, segundo as primeiras projecções, mais de sete milhões de pessoas, apenas nos EUA. Como é possível observar pelos números, concorrência séria a uma segunda feira, dia considerado por muitos como o dia do wrestling, apenas cativava mais espectadores e consumidores ao produto. Por outro lado o produto necessita de se preocupar em mostrar algo mais do que a simples "pasta" habitualmente servida todas as semanas. E foi precisamente isso que aconteceu.
O histórico regresso de Bret Hart à WWE, o reencontro com Michaels, com McMahon, o combate pelo título Tag Team, mostraram que a WWE teve de se preocupar com o produto, tentando fazer algo marcante, o que conseguiu. Por outro lado o ingresso de Hogan, Bishcoff, Flair, Jeff Hardy, entre outras na TNA, mostraram que a empresa quer mais e está a trabalhar para isso. No meio da batalha, ganhámos nós, fãs, sentados a assistir a momentos históricos e que podem vir a ser históricos.
Se os fãs ganharam, a WWE também ganhou, assim como a TNA.
A WWE ganhou porquê? Simplesmente teve o momento da noite, independentemente de estreias, debuts e transferências surpresa ou não. O regresso de Bret Hart à RAW foi sem dúvida o momento da noite. Bret como escreveu ontem o meu colega Manjiimortal, fez talvez algumas das suas melhores promos de sempre, e o reencontro com HBK, forçado ou não, foi o momento da noite, e sem dúvida um momento marcante em qualquer fã de wrestling. Este reencontro, estes abraço esteve 12 anos na gaveta, e aconteceu no dia 4 de Janeiro de 2010, o inicio de uma nova década em pleno Séc. XXI. Foi feita história na RAW e nós assistimos a ela. Por outro lado foram lançadas as bases da rivalidade que marcará a Mania 26, entre Bret Hart e Vince McMahon. Independentemente do resto, a WWE ganhou a noite só com Bret Hart.
Já a TNA, simplesmente e independentemente do restante, ganhou a noite com a transmissão do programa. Resumidamente, como afirmou Jeff Jarret, apenas o facto de uma empresa fundada à meia dúzia de anos, estar a transmitir um show em directo a uma segunda à noite, com a presença de tantos grandes nomes da industria, é uma vitória. Pessoalmente não creio que nomes como Hall, Waltman, Nash, Flair e mesmo Hogan possam trazer muito mais à TNA, mas existe um sr. que pode fazer algo, Eric Bishcoff. Pessoalmente a reunião dos veteranos não é motivo de grande interesse, mas a presença de alguém tão experiente na industria, e que sabe vender um produto como poucos, como é Eric Bishcoff, leva-me a crer que a TNA possa dar um salto qualitativo em termos globais. Mas se a simples transmissão de um show a uma segunda feira à noite, em horário nobre, em directo, numa TV Nacional é uma vitória para a TNA, os números alcançados ainda mais. 1.5 de rating, para a TNA, em confronto directo com uma RAW histórica, é uma grande vitória para os seus responsáveis. Devido a isso devem dar-se por satisfeitos.
Sendo realista, a TNA ainda não é hoje uma verdadeira concorrência à WWE. A empresa de McMahon é um verdadeiro monstro do mercado a nível mundial, com várias décadas de actividade, com muito dinheiro e experiência. A WWE consegue encher Arenas em qualquer parte do Mundo, em qualquer Estado do território Norte Americano, além de ser das poucas empresas a nível mundial, senão a única, que consegue realizar um evento de wrestling para mais de 70 mil pessoas. Por outro lado a TNA é uma jovem empresa com oito anos de actividade, que ainda não criou as suas estrelas a nível global, ainda tem de se remeter ao seu estúdio televisivo para realizar um show semanal. Por estas e por outras não se espere que a TNA possa por em causa o poderio da WWE nos próximos tempos, no entanto, apenas o facto de estar a apostar forte, e de ter obtido os resultados que obteve, deve orgulhar os responsáveis, além de obrigar a WWE a não dormir sobre os louros conquistados. No fundo, ganhamos nós, como se pode verificar.
Começando precisamente por nós, fãs. A noite de segunda feira foi a amostra de como a concorrência à saudável. Isso é reflectido em tudo, desde a qualidade do produto a apresentar por parte das empresas que vendem os seus serviços, até à adesão dos consumidores ao mesmo. Por exemplo o WN teve ontem um dia quase histórico em termos de visitas, sendo apenas ultrapassado por dias pós Wrestlemania. Nem mesmo os PPVs mensais conseguiram cativar tantos interessados. Como o WN, o mesmo sucedeu na quantidade de pessoas que ligaram a TV para assistir a um programa de wrestling, ao todo, segundo as primeiras projecções, mais de sete milhões de pessoas, apenas nos EUA. Como é possível observar pelos números, concorrência séria a uma segunda feira, dia considerado por muitos como o dia do wrestling, apenas cativava mais espectadores e consumidores ao produto. Por outro lado o produto necessita de se preocupar em mostrar algo mais do que a simples "pasta" habitualmente servida todas as semanas. E foi precisamente isso que aconteceu.

Se os fãs ganharam, a WWE também ganhou, assim como a TNA.
A WWE ganhou porquê? Simplesmente teve o momento da noite, independentemente de estreias, debuts e transferências surpresa ou não. O regresso de Bret Hart à RAW foi sem dúvida o momento da noite. Bret como escreveu ontem o meu colega Manjiimortal, fez talvez algumas das suas melhores promos de sempre, e o reencontro com HBK, forçado ou não, foi o momento da noite, e sem dúvida um momento marcante em qualquer fã de wrestling. Este reencontro, estes abraço esteve 12 anos na gaveta, e aconteceu no dia 4 de Janeiro de 2010, o inicio de uma nova década em pleno Séc. XXI. Foi feita história na RAW e nós assistimos a ela. Por outro lado foram lançadas as bases da rivalidade que marcará a Mania 26, entre Bret Hart e Vince McMahon. Independentemente do resto, a WWE ganhou a noite só com Bret Hart.

Sendo realista, a TNA ainda não é hoje uma verdadeira concorrência à WWE. A empresa de McMahon é um verdadeiro monstro do mercado a nível mundial, com várias décadas de actividade, com muito dinheiro e experiência. A WWE consegue encher Arenas em qualquer parte do Mundo, em qualquer Estado do território Norte Americano, além de ser das poucas empresas a nível mundial, senão a única, que consegue realizar um evento de wrestling para mais de 70 mil pessoas. Por outro lado a TNA é uma jovem empresa com oito anos de actividade, que ainda não criou as suas estrelas a nível global, ainda tem de se remeter ao seu estúdio televisivo para realizar um show semanal. Por estas e por outras não se espere que a TNA possa por em causa o poderio da WWE nos próximos tempos, no entanto, apenas o facto de estar a apostar forte, e de ter obtido os resultados que obteve, deve orgulhar os responsáveis, além de obrigar a WWE a não dormir sobre os louros conquistados. No fundo, ganhamos nós, como se pode verificar.