O booking de Andy Leavine na final do Tough Enough aos olhos de um booker

Após ter assistido à final do Tough Enough e ao modo como trataram o seu vencedor Andy Leavine fiquei deveras aborrecido. Novamente a WWE booka um lutador para fazer figura de otário e corta-lhe as pernas logo á partida. O Tough Enough foi uma agradável surpresa para um show de televisão. Semana após semana foi tendo drama e sempre com muito entretenimento. Eu estava a apoiar o meu bom amigo, AJ Kirsch do qual foi manager na All Pro Wrestling na equipa E.G.O. durante ano e meio, mas a minha segunda escolha para vencedor era Andy Leavine.....
Desde o primeiro show quando Andy entrou no ginásio que aquele gesto de “querer” o distinguiu dos restantes que por lá andavam. Essa atitude de querer é algo que eu procuro nos nossos estudantes na All Pro Wrestling em Hayward, Califórnia. A WWE contou uma grande história com ele, sendo um homem de família e ao colocarem-no over devido a sua simpatia e há sua atitude de trabalho como forma a conseguir os seus objectivos. Andy para além disso, tem o look que a WWE gosta já que é alto e largo o que lhe dá aquela presença que se requere. Não evidencia muito carisma tal como Trish Stratus mencionou mas a sua voz rouca e profunda aliada há sua altura dão-lhe sempre aquela distinção.
Pela reacção do público em directo no RAW, a WWE atingiu o seu objectivo ao colocarem Andy over. No entanto quando Vince McMahon veio para o ringue, logo me apercebi que algo de idiota iria acontecer. Levar um estalo e ter de bumpar para um velho de 65 anos e ter de sofrer um stunner de Steve Austin foi simplesmente contraproducente. O pop que o stunner teve não foi tão elevado como costuma ser, o que só mostra a vontade do público em não querer que Andy sofresse o move e fizesse figura de otário.
A WWE ao aplicar-lhe o stunner está passar a ideia que o vai enviar para a Florida, porque ele ainda não está pronto para um ringue da WWE. Porque é que não anunciaram que Andy iria continuar o seu treino na FCW (onde ele ficou over na final) e que iria regressar brevemente ao RAW ou ao Smackdown? Deixavam este sair do ringue e ir embora a cumprimentar as pessoas.
Pessoalmente, eu mantê-lo-ia no roster principal. Ele pode não estar preparado, mas é por isso que há lutadores para que o possam carregar no ringue. A regra da protecção há muito que desapareceu da WWE. Sendo booker na All Pro Wrestling e bookando talentos sem experiência ao nível do wrestling independente, eu sempre tento organizar combates em que os lutadores inexperientes são protegidos por um lutador mais rotinado que possa guiar o miúdo para um combate sólido. É a simples regra de se focar os combates nos pontos fortes de um lutador para esconder os seus pontos fracos. Eu não acho que os writters que a WWE contrata entendam isso, mas acho que o Vince, Triple H e o Michael Hayes entendem,
Agora, a WWE tem outro lutador que o público não está de todo ao lado dele já que sabem que ele nunca passará do nível do midcard. Andy pode até se tornar um worker sólido no ringue e a sua personalidade começar a desenvolver de modo que a WWE lhe dê um push que a sua imagem irá ficar manchada para sempre. Eles irão culpá-lo por não ficar totalmente over, irão retirar-lhe o push e mais uma pedra irá ser colocada no cemitério de “aqueles que poderiam ser algo, se…” que existe nas Titan Towers.
Desde o primeiro show quando Andy entrou no ginásio que aquele gesto de “querer” o distinguiu dos restantes que por lá andavam. Essa atitude de querer é algo que eu procuro nos nossos estudantes na All Pro Wrestling em Hayward, Califórnia. A WWE contou uma grande história com ele, sendo um homem de família e ao colocarem-no over devido a sua simpatia e há sua atitude de trabalho como forma a conseguir os seus objectivos. Andy para além disso, tem o look que a WWE gosta já que é alto e largo o que lhe dá aquela presença que se requere. Não evidencia muito carisma tal como Trish Stratus mencionou mas a sua voz rouca e profunda aliada há sua altura dão-lhe sempre aquela distinção.
Pela reacção do público em directo no RAW, a WWE atingiu o seu objectivo ao colocarem Andy over. No entanto quando Vince McMahon veio para o ringue, logo me apercebi que algo de idiota iria acontecer. Levar um estalo e ter de bumpar para um velho de 65 anos e ter de sofrer um stunner de Steve Austin foi simplesmente contraproducente. O pop que o stunner teve não foi tão elevado como costuma ser, o que só mostra a vontade do público em não querer que Andy sofresse o move e fizesse figura de otário.
A WWE ao aplicar-lhe o stunner está passar a ideia que o vai enviar para a Florida, porque ele ainda não está pronto para um ringue da WWE. Porque é que não anunciaram que Andy iria continuar o seu treino na FCW (onde ele ficou over na final) e que iria regressar brevemente ao RAW ou ao Smackdown? Deixavam este sair do ringue e ir embora a cumprimentar as pessoas.
Pessoalmente, eu mantê-lo-ia no roster principal. Ele pode não estar preparado, mas é por isso que há lutadores para que o possam carregar no ringue. A regra da protecção há muito que desapareceu da WWE. Sendo booker na All Pro Wrestling e bookando talentos sem experiência ao nível do wrestling independente, eu sempre tento organizar combates em que os lutadores inexperientes são protegidos por um lutador mais rotinado que possa guiar o miúdo para um combate sólido. É a simples regra de se focar os combates nos pontos fortes de um lutador para esconder os seus pontos fracos. Eu não acho que os writters que a WWE contrata entendam isso, mas acho que o Vince, Triple H e o Michael Hayes entendem,
Agora, a WWE tem outro lutador que o público não está de todo ao lado dele já que sabem que ele nunca passará do nível do midcard. Andy pode até se tornar um worker sólido no ringue e a sua personalidade começar a desenvolver de modo que a WWE lhe dê um push que a sua imagem irá ficar manchada para sempre. Eles irão culpá-lo por não ficar totalmente over, irão retirar-lhe o push e mais uma pedra irá ser colocada no cemitério de “aqueles que poderiam ser algo, se…” que existe nas Titan Towers.
Original de John LaRocca em F4W com tradução de Wolve