MMA: The Ultimate Fighter 15 Finale - Antevisão + Pesagens
A décima quinta temporada do The Ultimate Fighter chega hoje ao final. Depois de vários recordes negativos de audiência, no hotel The Pearl at The Palms Casino Resort, de propriedade dos irmãos Fertitta na cidade de Las Vegas, o TUF Live Finale revelará o próximo Ultimate Fighter na categoria dos pesos leves......
Depois de um começo difícil, quando a equipa de Dominick Cruz abriu vantagem, os adversários reagiram e ocuparam a finalíssima. Os lutadores da equipa de Urijah Faber Mike Chiesa e Al Iaquinta decidirão quem ficará com o contrato de seis dígitos do UFC. Eles antecederão à luta principal da noite, que poderá valer uma vaga de desafiante entre os meio-médios, quando o americano Jake Ellenberger vai encarar o dinamarquês Martin Kampmann.
Dois brasileiros estarão em acção no card. O peso pena Charles do Bronx’s vai enfrentar o americano vencedor do TUF 12 Jonathan Brookins, enquanto Cristiano Marcello será um dos eliminados do TUF Live em acção. Ele vai encarar o também americano Sam Sicilia.
O card completo do The Ultimate Fighter 15 Finale é o seguinte:CARD PRINCIPAL
Pesos-meio-médios: Jake Ellenberger x Martin Kampmann
Decisão do torneio dos pesos-leves: Mike Chiesa x Al Iaquinta
Pesos-penas: Jonathan Brookins x Charles "Do Bronx" Oliveira
Pesos-penas: Max Holloway x Pat Schilling
Decisão do torneio dos pesos-leves: Mike Chiesa x Al Iaquinta
Pesos-penas: Jonathan Brookins x Charles "Do Bronx" Oliveira
Pesos-penas: Max Holloway x Pat Schilling
Pesos-leves: Justin Lawrence x John Cofer
CARD PRELIMINAR
Pesos-leves: Daron Cruickshank x Chris Tickle
Pesos-leves: Myles Jury x Chris Saunders
Pesos-leves: Cristiano Marcello x Sam Sicilia
Pesos-leves: Jeremy Larsenx Joe Proctor
Pesos-galos; John Albert x Erik Perez
-------------------------------------------Antevisão -------------------------------------------
CARD PRELIMINAR
Pesos-leves: Daron Cruickshank x Chris Tickle
Pesos-leves: Myles Jury x Chris Saunders
Pesos-leves: Cristiano Marcello x Sam Sicilia
Pesos-leves: Jeremy Larsenx Joe Proctor
Pesos-galos; John Albert x Erik Perez
-------------------------------------------Antevisão -------------------------------------------
Jake Ellenberger (EUA) vs Martin Kampmann (DIN)
Depois de estrear no UFC perdendo de modo controverso para o actual campeão interino Carlos Condit, Ellenberger postou-se como um dos primeiros da fila dos candidatos a desafiante com uma sequência de seis vitórias que teve seu último capítulo na guerra contra Diego Sanchez, em Fevereiro. Tirando este e Carlos Eduardo Tá Danado, os demais foram nocauteados, inclusive o ex-desafiante Jake Shields.
Por contar com excelentes treinadores e parceiros de treinos tanto na Reign MMA de Mark Muñoz quanto na Kings MMA de Rafael Cordeiro, o wrestler universitário evoluiu na trocação, onde mostra enorme poder de nocaute. Também faixa roxa de jiu-jitsu, o “Juggernaut” é conhecido pela enorme disposição nas lutas e pela busca incessante pelo nocaute. Aos 27 anos, 1,80m de altura e 1,85m de envergadura e cartel de 27-5 (6-1 no UFC), o ex-fuzileiro naval tem 17 triunfos por nocaute e mais 5 por finalização.
Kampmann é uma prova viva que o UFC às vezes releva um julgamento errado de luta. Desde que decidiu competir como meio-médio, em 2008, o dinamarquês venceu 6 combates e perdeu 3. Destas derrotas, uma foi controversa (contra Jake Shields, no UFC 121) e uma foi um assalto (contra Sanchez, no UFC On Versus 3). O nocaute para Paul Daley já está quase três anos longe. Em compensação, concorrência do porte de Thiago Pitbull, Paulo Thiago, Rick Story e até mesmo Carlos Condit foram superados.
O retrospecto, somado à técnica refinada na trocação e a visível evolução no grappling derivada dos treinos na Xtreme Couture, deixa Kampmann muito bem na fita com os patrões. Contragolpeador nato, ele faz excelente uso de sua altura e envergadura (1,83m em ambos) para aplicar golpes certeiros e em grande volume. Defende quedas muito bem e honrou a faixa marrom de Robert Drysdale em seu último combate, quando conseguiu finalizar Pitbull no minuto final depois de perder praticamente toda a disputa em pé.
Teoricamente este duelo valeria o posto de desafiante contra o vencedor da unificação entre Condit e Georges St-Pierre. O problema é que Dana White promete isso para todo mundo e Johny Hendricks também está no aguardo. Na minha opinião, o vencedor deveria fazer o co main-event de GSP-Condit contra Hendricks, apontando assim o desafiante número um, como já havíamos suposto há três meses.
O americano e o dinamarquês devem fazer um interessante duelo onde um terá que mostrar a evolução obtida na especialidade do oponente. A fúria de Ellenberger na trocação deve render dividendos a Kampmann, mais inteligente, técnico e calmo na hora de trocar socos e chutes. Por outro lado, buscar minar o adversário no clinch e quedá-lo, para trabalhar no ground and pound, pode ser a melhor estratégia para Jake. Se a defesa de quedas do europeu continuar em dia e os juízes não se iludirem com “lutador andando para frente”, Martin deve vencer uma guerra na decisão, papando com o adversário o bónus de luta da noite.
Michael Chiesa (EUA) vs Alexander Iaquinta (EUA)
Aparência de Roy Nelson magro, jogo parecido com o de Jon Fitch, Chiesa pode parecer o anti-marketing do MMA em pessoa. Mas ele guarda outra semelhança com Nelson e Fitch: é um lutador bastante perigoso. Mike não estava na nossa lista inicial de favoritos mas, com o passar da temporada, ficou claro que ele tinha condição de alcançar a decisão.
O “Maverick” estreou contra Jeremy Larsen e usou do expediente de clinches e quedas para superar uma perda de ponto no round inicial e ainda assim vencer por decisão unânime sem necessitar do round de desempate. O adversário das quartas-de-final foi o jovem nocauteador Justin Lawrence, que penou com o grappling e as cotoveladas de Chiesa até ser parado pelo ground and pound no primeiro minuto do terceiro round (este foi o primeiro nocaute da carreira de Mike). O passaporte para a final foi carimbado com mais um nocaute no ground and pound, desta vez sobre James Vick, logo na única luta em que Chiesa não teve vantagem na altura e envergadura e contra o adversário que mais lhe causou problemas na luta agarrada.
Invicto em sete lutas (5 submissões) antes de chegar ao TUF, Chiesa tem 24 anos, 1,85m de altura e quase 1,90m de envergadura. Sua trocação embaraçosa e movimentação previsível são compensadas pelo domínio do wrestling e óptima postura no chão, seja nas tentativas de submissão, raspagens, passagens de guarda ou no ground and pound. Ele apresenta ainda enorme força de vontade, que o fez assimilar diversos golpes duros durante o programa – nenhum deles pior que o falecimento do pai.
Tratado como jóia pelos treinadores Matt Serra e Ray Longo, Iaquinta (foto ao lado) foi o único da nossa selecção de favoritos a prosperar no TUF Live. A despeito de seu físico inferior, Al traçou um sólido caminho até a decisão.
Na fase de oitavas-de-final, Iaquinta pegou logo um dos oponentes mais perigosos da edição. Contra Myles Jury, ele fez uma luta que poderia ter sido facilmente a final e venceu numa apertada decisão dividida, dando uma amostra de seu potencial ofensivo. O companheiro de equipa Andy Ogle foi o adversário das quartas-de-final e acabou nocauteado violentamente com uma direita faltando alguns segundos para o fim do primeiro round. A semifinal foi disputada contra Vinc Pichel, que travou uma bela luta, mas acabou superado pela versatilidade de Iaquinta numa decisão unânime.
Com 25 anos completados durante o programa e apenas 1,70m de altura, Iaquinta mostrou que absorveu muito bem os óptimos camps de treinamento que teve. O começo com Pat Miletich e o actual estágio com Serra, Longo e Renzo Gracie montaram uma base de muita qualidade. Al é capaz de lutar no clinch, sabe usar bem as quedas, mas prefere usar o muay thai, bem explorado pelo domínio do centro do octógono, esquivas, combinações variadas e poder de nocaute. Ele chegou ao TUF ostentando curto cartel de 5-1-1 (3 nocautes e uma submissão) em carreira toda desenvolvida no Ring of Combat, um dos principais celeiros de talentos do UFC nos EUA.
Não será surpresa alguma se Chiesa buscar o clinch e as quedas. Caso ele encurte a distância e grude, teremos um belo duelo. Porém, a base no wrestling e no sumô deverão ser suficientes para Iaquinta manter a luta onde lhe será mais favorável, já que a diferença técnica na trocação entre os finalistas é constrangedora – em que pese a diferença enorme de altura e alcance entre eles.
Iaquinta vai encarar a terceira sexta-feira seguida lutando, enquanto Chiesa não lutou no dia 18. Há uma chance de Mike tirar proveito disso, principalmente se seu queixo o salvar na primeira metade da luta. Se Iaquinta não mostrar cansaço, dificilmente sairá sem o contrato debaixo do braço.
Charles Oliveira (BRA) vs Jonathan Brookins (EUA)
As brilhantes finalizações sobre Darren Elkins e Efrain Escudero levaram precipitadamente Charles ao posto de sensação dos pesos leves. As duras derrotas no primeiro round para Jim Miller (finalização) e Donald Cerrone (nocaute técnico) mostraram que faltava experiência e porte físico. Do Bronx’s então passou a lutar como pena e estreou com uma sensacional chave de panturrilha sobre Eric Wisely. Entre as duas derrotas, ainda como leve, uma submissão em Nik Lentz se transformou em no contest por conta de uma joelhada ilegal aplicada pelo brasileiro.
Com os ânimos (e uma possível pressão) arrefecidos, Do Bronx’s poderá enfim desenvolver o enorme talento que parece residir dentro de si. O paulista desenvolveu técnica agressiva e versátil no muay thai. Ele movimenta-se com fluidez e não tem medo de arriscar golpes inusitados e surpreendentes. No chão, o faixa preta recém-promovido por Jorge Patino “Macaco” é um azougue, capaz de encaixar uma finalização em posições que o adversário sequer imagina estar em perigo.
Charles tem apenas 22 anos e é muito alto (1,77m) para a nova categoria. Campeão de um GP do Predador FC como meio-médio, quando venceu três lutas na mesma noite de estreia como profissional, ele tem cartel profissional de 15-2, com um no contest. Apenas uma das 18 lutas foi decidida pelos juízes. Por outro lado, 10 oponentes foram parados no round inicial.
Depois de uma carreira com pouco brilho e passagens por WEC (onde foi espancado pelo então pouco conhecido José Aldo) e Bellator, Brookins (foto ao lado) surpreendeu o favorito Michael Johnson e conquistou o título do TUF 12 como peso leve. Sofreu com algumas contusões, viu lutas serem canceladas e resolveu baixar de categoria sem sequer lutar como leve após o reality. Foi dominado por Erik Koch e se recuperou nocauteando Vagner Ceará.
Faixa roxa da Gracie Barra de Orlando, o americano mostrou inteligência na implantação de planos de jogo e eficiência no wrestling, tanto para virar a luta contra Johnson quanto para dominar Koch no clinch. Porém, em ambas as situações apresentou dificuldades na trocação, no primeiro round contra Johnson e nos dois últimos contra Koch. Contra o unidimensional Vagner, soube aproveitar uma falha grotesca do brasileiro para nocauteá-lo rapidamente.
Quatro anos mais velho que Charles, Jonathan é ainda mais alto (1,83m) e com alcance enorme para a categoria (acima de 1,85m). Ele possui retrospecto de 13-4, com oito vitórias por submissão.
O americano provavelmente deve armar uma arapuca para o brasileiro, aproveitando sua maior envergadura para dominar a distância e encurtar no momento certo. Uma vez no clinch, ele poderá minar o adversário com cotoveladas ou quedá-lo, trabalhando por cima no ground and pound.
Por outro lado, Do Bronx’s pode se aproveitar do maior talento na trocação e da movimentação para manter o duelo em pé, na média para a longa distância. Se Brookins cometer um erro, pode ser finalizado. Se não cometer, deve ser derrotado por decisão.
Duelos dos lutadores do TUF Live
O TUF Live Finale terá ainda os duelos entre John Albert e Erik Perez, além de Max Hollaway contra Pat Schilling, mas vamos falar somente dos combates que envolverão outros alunos do reality show.
Parece que alguém no UFC não foi muito com a cara de Cristiano Marcello (12-3, 2 nocautes e 9 submissões). O único brasileiro entre os participantes do TUF Live foi eliminado nas oitavas-de-final depois de ser nocauteado em luta que mostrou trocação muito deficiente. O líder da CM System vai encarar Sam Sicilia (10-1, 5 nocautes e 4 submissões, foto ao lado), que chegou ao TUF depois de três nocautes em menos de 30 segundos cada um e conseguiu sua classificação na casa ao destruir Erin Beach em apenas 8 segundos.
Previsão: As perspectivas são sombrias para o carioca, que deve acabar novamente nocauteado.
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Um dos favoritos no começo do programa, Myles Jury (9-0, 4 nocautes e 5 submissões, foto ao lado) acabou eliminado para o finalista Iaquinta em luta dura e de óptimo nível. Ele vai enfrentar Chris Saunders (9-2, 3 nocautes e 2 finalizações), que foi o último escolhido, surpreendeu Sicilia numa decisão dividida e controversa na estreia e caiu diante de Vinc Pichel na fase de quartas-de-final.
Previsão: Mais completo e provavelmente disposto a mostrar que podia ter ido mais longe, Jury deve conseguir sua décima interrupção no primeiro round, empatando seu cartel entre nocautes e submissões.
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Responsável por exterminar Cristiano na estreia, depois de ter massacrado o experiente James Krause na eliminatória, Justin Lawrence (3-0, uma submissão, foto ao lado) acabou anulado pelo grappling de Chiesa nas quartas-de-final. Seu oponente será John Cofer (7-1, 1 nocaute e 3 submissões), que foi finalizado por Pichel com um katagatame no terceiro round das oitavas-de-final em luta bastante agressiva.
Previsão: O “American Kid” Lawrence é mais lutador e tem maior poder de nocaute, mas a experiência e a valentia de Cofer podem causar uma surpresa. Se prevalecer apenas o lado técnico, Justin deve nocautear.
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Outro dos favoritos iniciais que caíram na primeira fase, Daron Cruickshank (10-2, 6 nocautes e uma submissão, foto ao lado) pagou caro pela marra e acabou violentamente nocauteado por uma joelhada de James Vick. O mesmo destino teve seu adversário Chris Tickle (7-4, 5 nocautes e uma submissão), que sucumbiu a um mata-leão de Joe Proctor no primeiro round também nas oitavas-de-final.
Previsão: A derrota ridícula pode virar um motor ou um peso para Cruickshank. Tickle é um nocauteador e certamente capitalizará outra pataquada de Daron, mas acredito que o wrestler não vai dar outro mole.
Previsão: A derrota ridícula pode virar um motor ou um peso para Cruickshank. Tickle é um nocauteador e certamente capitalizará outra pataquada de Daron, mas acredito que o wrestler não vai dar outro mole.
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Jeremy Larsen (8-2, 2 nocautes e 3 submissões) foi a primeira vítima de Chiesa no programa, quando não conseguiu se desvencilhar das amarras do finalista. Joe Proctor (7-1, 4 submissões, foto ao lado) mostrou versatilidade na curta distância ao mesclar muay thai e wrestling para finalizar Tickle, mas acabou superado por James Vick em seguida.
Previsão: O confronto de estilos é altamente prejudicial a Larsen, que deve acabar sendo quedado e finalizado por Proctor ainda na primeira metade do combate.
Antevisão original de MMA-Brasil e Globo.com
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CARD PRINCIPAL
Pesos-meio-médios (até 77,5kg): Jake Ellenberger (77,5kg) x Martin Kampmann (77,1kg)
Decisão do torneio dos pesos-leves (até 70,7kg): Mike Chiesa (70,7kg) x Al Iaquinta (70,3kg)
Pesos-penas (até 66,2kg): Jonathan Brookins (66,2kg) x Charles "Do Bronx" Oliveira (65,3kg)
Pesos-penas (até 66,2kg): Max Holloway (65,7kg) x Pat Schilling (65,7kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Justin Lawrence (70,3kg) x John Cofer (70,3kg)
CARD PRELIMINAR
Pesos-leves (até 70,7kg): Daron Cruickshank (70,3kg) x Chris Tickle (69,8kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Myles Jury (70,3kg) x Chris Saunders (70,7kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Cristiano Marcello (70,7kg) x Sam Sicilia (70,3kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Jeremy Larsen (70,3kg) x Joe Proctor (70,7kg)
Pesos-galos (até 61,6kg): John Albert (61,6kg) x Erik Perez (60,7kg)
A pesagem do TUF Live Finale, evento final do reality show The Ultimate Fighter: Live, aconteceu nesta quinta-feira em Las Vegas. Todos os lutadores, incluindo os brasileiros Cristiano Marcello e Charles "Do Bronx" Oliveira, estiveram dentro dos limites de peso de suas categorias. O clima foi de amenidades entre todos os atletas, e o destaque, pelo menos para o Brasil, foi a aparição especial de Marcelo Zulu, ex-participante do Big Brother Brasil, que acompanhou Marcello ao palco do Palms Casino Resort.
Os dois brasileiros no card bateram o peso com tranquilidade. Cristiano Marcello, que participou do TUF americano, entrou no palco acompanhado de outro ex-participante de reality show: Marcelo Zulu, lutador de wrestling e MMA que esteve no Big Brother Brasil. Marcello bateu 70,7kg, dentro do limite de tolerância para os pesos-leves. Na encarada com Sam Sicilia, o brasileiro fez uma pose diferente, que arrancou risadas do presidente do UFC, Dana White.
Charles "Do Bronx", por sua vez, ficou uma libra (cerca de 450 gramas) abaixo do limite da categoria pena, com 65,3kg, e ficou pouco menos de 1kg mais leve que seu oponente, Jonathan Brookins, campeão da 12ª temporada do TUF. Antes e depois da encarada, os dois lutadores se abraçaram.
Nas duas lutas principais do evento, houve diferença de uma libra entre os adversários. Na decisão do torneio dos pesos-leves do TUF Live, Al Iaquinta, primeiro escolhido do time de Urijah Faber, marcou 70,3kg, enquanto Mike Chiesa, quinta escolha da mesma equipe, pesou 70,7kg. No evento principal, o peso-meio-médio Martin Kampmann (77,1kg) também apareceu mais leve que Jake Ellenberger (77,5kg).
Confira os pesos marcados por cada lutador para o TUF Live Finale:
Confira os pesos marcados por cada lutador para o TUF Live Finale:
CARD PRINCIPAL
Pesos-meio-médios (até 77,5kg): Jake Ellenberger (77,5kg) x Martin Kampmann (77,1kg)
Decisão do torneio dos pesos-leves (até 70,7kg): Mike Chiesa (70,7kg) x Al Iaquinta (70,3kg)
Pesos-penas (até 66,2kg): Jonathan Brookins (66,2kg) x Charles "Do Bronx" Oliveira (65,3kg)
Pesos-penas (até 66,2kg): Max Holloway (65,7kg) x Pat Schilling (65,7kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Justin Lawrence (70,3kg) x John Cofer (70,3kg)
CARD PRELIMINAR
Pesos-leves (até 70,7kg): Daron Cruickshank (70,3kg) x Chris Tickle (69,8kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Myles Jury (70,3kg) x Chris Saunders (70,7kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Cristiano Marcello (70,7kg) x Sam Sicilia (70,3kg)
Pesos-leves (até 70,7kg): Jeremy Larsen (70,3kg) x Joe Proctor (70,7kg)
Pesos-galos (até 61,6kg): John Albert (61,6kg) x Erik Perez (60,7kg)