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História em Multimidia - The Rise & Fall of WCW III


Olá a todos,

O História em Multimídia será um espaço que analisará materiais que contam um pouco da história do wrestling, sendo em vídeos. Para começar, decidi arrazoar o DVD “The Rise and Fall of WCW”, que me agradou muito, contendo diversas informações interessantes sobre a vida desta tão histórica promotora.




The Rise and Fall of WCW (DVD)
Análise Documentário – Terceira Parte

Apartir daí, a era da World Championship Wrestling começa, com um anúncio do próprio Ted Turner na TBS, divulgando o programa da WCW, onde afirma da tradição da luta-livre na televisão, tendo horário cativo há mais de vinte anos.

Michael Hayes abre este novo capítulo dizendo que quando a compra foi feita, a indústria dos esportes-entretenimento chegou a novos níveis. Road Warrior Animal confirma o crescimento, em meio a um belo vídeo da entrada dos Legion of Doom em ringue, dizendo que saíram da margem de ser uma promoção da Carolina, já que agora era uma empresa global. Ricky Steamboat afirma que estava lá desde o início desta compra e que realmente as mudanças positivas eram visíveis.

“Bem, eu achei que seria uma boa oportunidade para todos, quero dizer, o salário estava muito melhor com (Ted) Turner e isto seria bom para vários tipos conseguirem contratos. Várias coisas melhoraram com (Ted) Turner. Realmente crescemos muito!”
Theodore Long, que é antigo manager na WCW.

 Michael Hayes diz que realmente o fator essencial para tamanha mudança foi o aumento de capital. Jim Ross aparece num vídeo, muito novo, ao lado de Magnum T.A., enquanto o próprio “Good ‘Ol” fala que no final dos 80’s, o produto da promoção era muito melhor, em termos de combates, que o da WWE.

“Eles tinham os Road Warrior, Dusty (Rhodes), (Ric) Flair, Sting, os Steiners, Ron Simmons, Butch Reed!”
Kevin Sullivan.

Ric Flair, com vídeos dos Four Horsemen, elogia o plantel que a promotora tinha naquele período, dizendo que era inacreditável, sendo que Jim Ross faz mesma referência, na sequência, afirmando que a qualidade de novos lutadores era imbatível.

“A qualidade dos combates e das rivalidades eram muito bons.”
Michael Hayes.

As lutas entre Ricky Steamboat e Rick Rude são muito elogiadas, onde se diz que ambos são dos melhores performers de sempre. Barry Windham destaca seus combates com Ric Flair, com empates depois de uma hora de contenda. Barry diz que por onde ia, sempre ouvia sobre seus combates. O “Nature Boy” afirma que, na época, estava muito confiante. Acreditava que podia dar uma excelente luta com qualquer um. Ricky Steamboat, então diz que foi Flair que levou seu nome a panoramas nacionais.

“A melhor luta da qual já fui árbitro foi Ric Flair vs Ricky Steamboat pelo título mundial em Chicago.”
Theodore Long.

Michael Hayes diz que o progresso no ringue era incrível! Jim Ross continua os elogios aos combates...

David Crockett fala sobre o novo presidente da WCW, Jim Herd, e Dusty Rhodes diz que “o primeiro presidente era um gajo de pizza”, alertando que Jim não sabia nada sobre aquilo e, de repente, estava de frente com os melhores performers da época. Kevin Sullivan destaca algumas idéias péssimas que surgiram apartir daí, todas da mente depravada de Herd, como por exemplo, os “Ding Dongs”, um par com roupa laranja com sinos desenhados e, em suma, isto resume a gimmick.

“Eu achei o novo produto horrível”
Jim Crockett.

Jim Ross então diz que Herd estava recebendo pouco da TBS e não chegou a discutir o pagamento com a diretoria da televisão, algo que Eric Bischoff faria, chegado os 90’s. Jim Crockett destaca a grande equipa criativa que foi trazida neste período, algo que JR também dá ênfase. Dusty Rhodes diz que a pressão ficou muito alta sob Jim, a ponto de Jim Barnett pedir para Ted Turner voltar à frente na administração da WCW.
O próprio “American Dream” é centro do próprio debate, acerca da grande habilidade de booker de Dusty. Rhodes chega a dizer que ele tentou fazer de tudo, mas o dinheiro estava sendo perdido e a companhia estava chegando ao fim, descendo vertiginosamente.

Michael Hayes fala sobre Bill Watts e da sua chegada na WCW, sendo que isto seria importante para trazer de volta toda a paixão e motivação dos empregados, que estava perdida. Hayes diz que Bill foi o nome que surgiu na sua mente quando pensou em alguém para melhorar a World Championship Wrestling.

“It’s not just a job; it’s a way of life”
Michael Hayes.

Mike Graham e Dusty Rhodes dizem sobre o potencial de Bill Watts, com Rhodes destacando que o cowboy era alguém intimidante. Michael Hayes que ele e o resto dos lutadores ficaram muito satisfeitos quando Bill finalmente foi contratado. Segue uma entrevista de Watts, onde este diz que a WCW iria seguir uma linha diferente das outras promoções, situação que logo se explica quando ele diz que haveria determinadas regras. BW, em pessoa, aparece no documentário e diz que procurou levar a ação para o exterior e assim diversificar, ainda que pouco, a relação e a comunicação entre wrestler-público. Mas isto não agradou os wrestlers. Eles começaram a ficarem insatisfeitos, a ponto da paixão cair outra vez, tudo pela “regras” que Bill impunha. Jim Ross explica que o cowboy, por vezes, humilhava lutadores em frente a outros, criticando-os duramente, cena que é confirmada por Ron Simmons.

“E muitos outros sujeitos com egos grandes não gostavam disto”
Jim Ross, falando das ações de Bill Watts.

Michael Hayes afirma que achavam que Bill faria a indústria crescer, mas ao invés disto, estava a fazendo pior, já que os fãs, outra vez, achavam produto extremamente chato. Bill Watts, na sequência, diz que ainda tinham tudo que era necessário e que todo o tempo ele defendeu o negócio.

David Crockett passa ao próximo passo da história da WCW, dizendo que, depois de Bill Watts, era necessário encontrar outra pessoa que pudesse fazer dinheiro e destaca que Ted Turner escolheu a opção certa: Bill Shaw.

“Bill (Shaw) foi a pessoa que usou o dinheiro de Ted (Turner) da maneira certa: contratando mais apoios, como mais câmera mans, mais cabos de vídeo, mais pirotecnia, mais luz,...”
David Crockett.

Kevin Sullivan diz que Shaw foi e fez, realmente, a escolha certa, estando Bill agora precisando de alguém para ser seu braço direito. Isto nos leva a Jim Ross, que fala que Bill entrevistou muitas pessoas para realmente decidir quem colocar no posto de “homem da WCW”. Assim se chega a Eric Bischoff, com JR falando do passado do mesmo como anunciador na AWA e quando trabalhou com marketing.

Mike Graham começa falando dos PPV’s e das gravações sendo feitas no Disney MGM Studios. Ele afirma o quão positivo isto foi, com o dinheiro sendo ganho de forma incrível, com os eventos do Clash of Champions e outros PPV’s transmitidos na TBS. Também dá ênfase aos grandes gastos com pirotecnia e efeitos, chegando ao ponto que os shows eram quase que gratuitos, pois o que se ganhava cm ingressos eram gastos nas miscelâneas supracitadas. Então se precisaram de mais PPV’s por ano, que eram contrabalanceavam as despesas, já que a venda de licenças para ver pay-per-views dava muito mais lucro. David Crockett diz que, a cada hora, a audiência subia mais! 

“Eu disse para Bill Shaw: você tem que contratar (Hulk) Hogan”
Mike Graham.


Vídeos da Terceira Parte


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