Heyman Hustle #23
Já estão imensos tributos online, todos completamente merecidos, a honrar a memória do último sobrevivente dos 3 Wise Men of the East.
Na visão do wrestling professional do Vince McMahon Senior, o babyface estava sempre rodeado de inimigos. Quer fosse o Bruno Sammartino, o Pedro Morales ou o Bob Backlund, a World Wide Wrestling Federation (a precursora da actual World Wrestling Entertainment) era o que podia ser descrito como “território babyface”. O bom da fita, ou seja, o babyface, estava no topo do card.
Os heels que desafiavam o Sammartino, o Morales e o Backlund pelo título iam e viam, mas havia sempre uma constant na equação: Os Three Wise Men. Lou Albano, Fred Blassie, e o Grand Wizard eram os únicos managers nos programas da WWWF. Durante anos, nenhum outro manager jogou em “New York” (que era como a WWWF era conhecida dentro da indústria).
E para falar a sério, não era preciso mais nenhum. Os Three Wise Men percebiam com fazer dinheiro. Como uma unidade, eles eram a tríade da tirania. O Blassie era o velho malvado, sempre a chamar aos heróis e aos fãs de "Pencil Neck Geeks." Ele era o Hollywood Fashion Plate, um heel para ser levado a sério, e um mestre actor surpreendido pelo facto de as suas acções não serem apreciadas pelas massas.
O Ernie Roth era o cúmplice irritado, um homem pequeno mas ameaçador, e com uma maldade maior que os braços do Superstar Billy Graham. A maneira como ele acentuava as palavras só lhe trazia mais ódio, enquanto ele apontava os seus dedos para a câmara e arranja factos históricos bizarros para provar que o campeão estava a conspirar contra o seu cliente. Tanto o Blassie como o Roth entendiam de booking, e percebiam como posicionar tanto a eles como aos seus wrestlers como top draws, mesmo depois de o Sammartino, Morales, ou Backlund terem acabado a tour do circuito de Nordeste com eles.
E depois havia o Albano.
O único dos três que sabia levar um “bump”. O Blassie, por esta altura, já estava tão partido que ninguém podia tocar nele. O Ernie era tão atlético como eu. Mas o Albano estava sempre pronto para andar de um lado para o outro, de pegar na lâmina e tirar mais alguns dólares à família de wrestling no comando.
O Lou sabia falar. Oh, se ele sabia falar. Ele não tinha influências de ninguém. O Captain tinha um estilo próprio. “ Eu simplesmente lembro-me do principal a transmitir” disse-me o Lou uma vez “e encho chouriços antes, durante e depois. Lá pelo meio, disse as duas ou três frases que venderam bilhetes. Durante a maior parte do tempo só tentava fazer as pessoas quererem ver-me a levar uma sova, e pelo caminho, também o gajo que eu estava ajudar”
E aqui estamos nós. 14 de Outubro de 2009 (quando a crónica foi escrita), e estamos a discutir a morte de alguém que na opinião de muitos foi o melhor manager de todos os tempos. É difícil argumentar contra a escolha do Bobby "The Brain" Heenan, mas se há alguém que se possa dizer que seja "melhor que o The Brain," a única escolha na minha mente é o Albano.
O seu impacto na maneira que o wrestling é apresentado não pode ser compreendido. Os seus maneirismos, a sua maneira de falar e a sua habilidade de criar heat são impossíveis de superar. Ele foi um dos impulsionadores da expansão nacional da WWF, já que o seu trabalho com a Cyndi Lauper deu origem à Rock n Wrestling Connection, que deu origem à feud Hogan-Piper, que deu origem ao The War To Settle The Score, e sucessivamente à 1ª Wrestlemania.
Há tantas histórias “Albano” para contar, desde aquela vez que ele correu a 8th Avenue em New York de calções quando o seu carro deixou de funcionar por causa de uma tempestade de neve e tinha centenas de pessoas a segue-lo até ao The Howard Johnson's; até àquela vez em que ele entrou num “concurso de bebidas” com o Andre The Giant no bar do hotel, fez um “bump” à lá Ric Flair, bateu com a cabeça num banco e desmaiou… e só acordou quando o Don Muraco e o Greg Valentine o ajudaram a levantar-se do chão. O Lou foi para a rua, vomitou o passeio todo (com restos do jantar na barriga), voltou para dentro, pediu mais três, virou-se para o Andre e disse “Tenho um limite de 3 bebidas para este “bump”!”
Como o míudo de 15 anos que arranjou passes para entrar no Madison Square Garden à socapa, eu era o chefe dos clubes de fãs dos 3 Wise Men of the East. Durante o verão, às vezes ia a Allentown e a Hamburg cobrir as gravações da WWWF. Uma vez acabei por apanhar boleia do Albano, que estava a dar boleia ao Blassie (o que era uma boa ideia, porque o Blassie era parcialmente cego e um perigo ao volante mesmo com a vista perfeita).
A viagem aconteceu após um grande show no Madison Square Garden, e sempre que ele vinha ao MSG, o Lou ficava for a de si. "O Captain é infernal quando está bem," dizia ele, não só na tv mas também em pessoa, “ e o Captain está bem, quando está a beber… e o Captain bebe um bocadinho A TODA A HORA!”
Lá saímos do Madison Square Garden, em direcção a Allentown. Quando passamos por New Jersey, o Lou agarra numa daquelas grandes garrafas de vidro de sumo de toranja Tropicana. Claro que na garrafa já não havia sumo de toranja. Aliás, nem vos consigo dizer se o Lou estava a beber Vodka e sumo de toranja. Devia ser Vodka com um bocadinho pequenino de sumo de toranja. Ou como o Blassie costumava dizer, “gás metano com colorante”.
Agora lembrem-se que eu estava a meio da minha adolescência, a ver e a ouvir o Blassie a gritar ao Albano “vais matar-nos a todos! O pai do rapaz é advogado! Ele vai processar-nos e tirar-nos as piscinas, seu (2 minutos de insultos) maluco!”.
O Lou simplesmente ria-se, com ambos os pés nos pedais e as mãos coladas ao volante.
De repente, ele começa a tossir, e cospe qualquer coisa que deve ter vindo das entranhas mais profundas do seu sistema digestivo. Este pedaço de porcaria acabou por sujar o vidro da frente todo, mas o Lou pega num lenço, limpa o vidro … não se esqueçam que ainda estamos a ir a 145 à hora … e volta a engolir o que cuspiu com um grande sorriso na cara.
O Blassie ia atirar-se a ele. “Viste aquilo?” gritou ele, “mas qual é o teu problema? Isso foi a coisa mais nojenta que eu alguma vez vi… e já vi muito na minha vida! Albano, nunca mais vou no mesmo carro que tu!”
Outra vez de repente, o Lou pisa os travões e o carro anda de lado. Ele tenta abrir a porta, mas não encontra a alavanca. Quando consegue, salta do carro, agarra-se à janela, quase a desmaiar, e cospe cerca de dez pedaços de porcaria.
O Blassie ficou horrificado. Eu, claro, sendo ainda um miúdo, achava que aquilo era a coisa mais engraçada que já tinha visto na vida. Que história que tinha para contar quando chegasse a casa. Claro que ia deixar a parte da bebida e da condução fora quando contasse aos meus pais, mas para quê esquecer-me dos pequenos detalhes.
O Lou entra no carro, agarra a garrafa de Tropicana (será que eles vão patrocinar o Hustle por causa desta história?), bebe dois golos, bochecha e cospe para o chão.
Ele volta ao carro e começa a guiar a 145, com o Blassie a gritar que iam ser processados pelo meu pai. O Lou ri-se à parva, e finalmente vira-se para o Blassie e diz, "Brother, aquilo era sumo de toranja. Detesto aquele sabor!”
O Blassie estava enfurecido. O que é que ele podia dizer em resposta? Assim, ele fez o que qualquer respeitosa lenda faria. Ele passou a tocha. "Ò miúdo," ladrou-me o Blassie, "diz alguma coisa ao Albano!"
O Captain, a guiar a 145 km/h enquanto viajava de New Jersey para a Pennsylvania, estava a olhar para mim no espelho retrovisor e disse “Paulie, é a tua deixa!”
"Hey Lou," perguntei, abanando os ombros, "se detestas tanto sumo de toranja, porque é que o metes no Vodka?”
O Lou olhou para o Blassie… ele estava sempre a olhar para algum lado menos para a estrada… e disse “onde é que encontraste este miúdo? Qual é o problema dele? É deficiente ou quê?”
Ele bebeu outro grande golo de vodka (com o sumo de toranja misturado), e disse “aprende na vida com isto”.
O Captain mete sumo de toranja no seu sumo de toranja porque detesta sumo de toranja. Detesta. Traz-lhe vómitos. Estraga-lhe a bebida. Fá-lo arrepender de alguma vez o ter bebido. Detesta-se por alguma vez o por dentro do seu corpo!”
O Lou bebeu mais um golo, sabendo que eu estava a ouvir cada uma das suas palavras.
"Não percebes?" explicou o Lou, "Está a ajudar-me a deixar de beber!"
===
Cada viagem com o Lou era uma aventura semelhante. Ele era barulhento, atrevido, louco, mas ainda assim era um dos seres vivos mais afectuosos que alguma vez se podia conhecer. O Lou ligava-se às pessoas, e no fundo ele era só um homem gentil e honesto que queria entreter as pessoas. Fazia sempre o que lhe mandavam, e nunca se queixou de nada excepto do “Vince Junior”. Nos selvagens anos 70 e 80, ele era um marido leal e afectuoso e um grande homem.
E como podem ver, ele nunca foi entediante, especialmente quando viajava de uma cidade para outra.
RIP Captain Lou. Boa viagem
Com muita apreciação e afecto,
Paul Heyman
Na visão do wrestling professional do Vince McMahon Senior, o babyface estava sempre rodeado de inimigos. Quer fosse o Bruno Sammartino, o Pedro Morales ou o Bob Backlund, a World Wide Wrestling Federation (a precursora da actual World Wrestling Entertainment) era o que podia ser descrito como “território babyface”. O bom da fita, ou seja, o babyface, estava no topo do card.
Os heels que desafiavam o Sammartino, o Morales e o Backlund pelo título iam e viam, mas havia sempre uma constant na equação: Os Three Wise Men. Lou Albano, Fred Blassie, e o Grand Wizard eram os únicos managers nos programas da WWWF. Durante anos, nenhum outro manager jogou em “New York” (que era como a WWWF era conhecida dentro da indústria).
E para falar a sério, não era preciso mais nenhum. Os Three Wise Men percebiam com fazer dinheiro. Como uma unidade, eles eram a tríade da tirania. O Blassie era o velho malvado, sempre a chamar aos heróis e aos fãs de "Pencil Neck Geeks." Ele era o Hollywood Fashion Plate, um heel para ser levado a sério, e um mestre actor surpreendido pelo facto de as suas acções não serem apreciadas pelas massas.
O Ernie Roth era o cúmplice irritado, um homem pequeno mas ameaçador, e com uma maldade maior que os braços do Superstar Billy Graham. A maneira como ele acentuava as palavras só lhe trazia mais ódio, enquanto ele apontava os seus dedos para a câmara e arranja factos históricos bizarros para provar que o campeão estava a conspirar contra o seu cliente. Tanto o Blassie como o Roth entendiam de booking, e percebiam como posicionar tanto a eles como aos seus wrestlers como top draws, mesmo depois de o Sammartino, Morales, ou Backlund terem acabado a tour do circuito de Nordeste com eles.
E depois havia o Albano.
O único dos três que sabia levar um “bump”. O Blassie, por esta altura, já estava tão partido que ninguém podia tocar nele. O Ernie era tão atlético como eu. Mas o Albano estava sempre pronto para andar de um lado para o outro, de pegar na lâmina e tirar mais alguns dólares à família de wrestling no comando.
O Lou sabia falar. Oh, se ele sabia falar. Ele não tinha influências de ninguém. O Captain tinha um estilo próprio. “ Eu simplesmente lembro-me do principal a transmitir” disse-me o Lou uma vez “e encho chouriços antes, durante e depois. Lá pelo meio, disse as duas ou três frases que venderam bilhetes. Durante a maior parte do tempo só tentava fazer as pessoas quererem ver-me a levar uma sova, e pelo caminho, também o gajo que eu estava ajudar”
E aqui estamos nós. 14 de Outubro de 2009 (quando a crónica foi escrita), e estamos a discutir a morte de alguém que na opinião de muitos foi o melhor manager de todos os tempos. É difícil argumentar contra a escolha do Bobby "The Brain" Heenan, mas se há alguém que se possa dizer que seja "melhor que o The Brain," a única escolha na minha mente é o Albano.
O seu impacto na maneira que o wrestling é apresentado não pode ser compreendido. Os seus maneirismos, a sua maneira de falar e a sua habilidade de criar heat são impossíveis de superar. Ele foi um dos impulsionadores da expansão nacional da WWF, já que o seu trabalho com a Cyndi Lauper deu origem à Rock n Wrestling Connection, que deu origem à feud Hogan-Piper, que deu origem ao The War To Settle The Score, e sucessivamente à 1ª Wrestlemania.
Há tantas histórias “Albano” para contar, desde aquela vez que ele correu a 8th Avenue em New York de calções quando o seu carro deixou de funcionar por causa de uma tempestade de neve e tinha centenas de pessoas a segue-lo até ao The Howard Johnson's; até àquela vez em que ele entrou num “concurso de bebidas” com o Andre The Giant no bar do hotel, fez um “bump” à lá Ric Flair, bateu com a cabeça num banco e desmaiou… e só acordou quando o Don Muraco e o Greg Valentine o ajudaram a levantar-se do chão. O Lou foi para a rua, vomitou o passeio todo (com restos do jantar na barriga), voltou para dentro, pediu mais três, virou-se para o Andre e disse “Tenho um limite de 3 bebidas para este “bump”!”
Como o míudo de 15 anos que arranjou passes para entrar no Madison Square Garden à socapa, eu era o chefe dos clubes de fãs dos 3 Wise Men of the East. Durante o verão, às vezes ia a Allentown e a Hamburg cobrir as gravações da WWWF. Uma vez acabei por apanhar boleia do Albano, que estava a dar boleia ao Blassie (o que era uma boa ideia, porque o Blassie era parcialmente cego e um perigo ao volante mesmo com a vista perfeita).
A viagem aconteceu após um grande show no Madison Square Garden, e sempre que ele vinha ao MSG, o Lou ficava for a de si. "O Captain é infernal quando está bem," dizia ele, não só na tv mas também em pessoa, “ e o Captain está bem, quando está a beber… e o Captain bebe um bocadinho A TODA A HORA!”
Lá saímos do Madison Square Garden, em direcção a Allentown. Quando passamos por New Jersey, o Lou agarra numa daquelas grandes garrafas de vidro de sumo de toranja Tropicana. Claro que na garrafa já não havia sumo de toranja. Aliás, nem vos consigo dizer se o Lou estava a beber Vodka e sumo de toranja. Devia ser Vodka com um bocadinho pequenino de sumo de toranja. Ou como o Blassie costumava dizer, “gás metano com colorante”.
Agora lembrem-se que eu estava a meio da minha adolescência, a ver e a ouvir o Blassie a gritar ao Albano “vais matar-nos a todos! O pai do rapaz é advogado! Ele vai processar-nos e tirar-nos as piscinas, seu (2 minutos de insultos) maluco!”.
O Lou simplesmente ria-se, com ambos os pés nos pedais e as mãos coladas ao volante.
De repente, ele começa a tossir, e cospe qualquer coisa que deve ter vindo das entranhas mais profundas do seu sistema digestivo. Este pedaço de porcaria acabou por sujar o vidro da frente todo, mas o Lou pega num lenço, limpa o vidro … não se esqueçam que ainda estamos a ir a 145 à hora … e volta a engolir o que cuspiu com um grande sorriso na cara.
O Blassie ia atirar-se a ele. “Viste aquilo?” gritou ele, “mas qual é o teu problema? Isso foi a coisa mais nojenta que eu alguma vez vi… e já vi muito na minha vida! Albano, nunca mais vou no mesmo carro que tu!”
Outra vez de repente, o Lou pisa os travões e o carro anda de lado. Ele tenta abrir a porta, mas não encontra a alavanca. Quando consegue, salta do carro, agarra-se à janela, quase a desmaiar, e cospe cerca de dez pedaços de porcaria.
O Blassie ficou horrificado. Eu, claro, sendo ainda um miúdo, achava que aquilo era a coisa mais engraçada que já tinha visto na vida. Que história que tinha para contar quando chegasse a casa. Claro que ia deixar a parte da bebida e da condução fora quando contasse aos meus pais, mas para quê esquecer-me dos pequenos detalhes.
O Lou entra no carro, agarra a garrafa de Tropicana (será que eles vão patrocinar o Hustle por causa desta história?), bebe dois golos, bochecha e cospe para o chão.
Ele volta ao carro e começa a guiar a 145, com o Blassie a gritar que iam ser processados pelo meu pai. O Lou ri-se à parva, e finalmente vira-se para o Blassie e diz, "Brother, aquilo era sumo de toranja. Detesto aquele sabor!”
O Blassie estava enfurecido. O que é que ele podia dizer em resposta? Assim, ele fez o que qualquer respeitosa lenda faria. Ele passou a tocha. "Ò miúdo," ladrou-me o Blassie, "diz alguma coisa ao Albano!"
O Captain, a guiar a 145 km/h enquanto viajava de New Jersey para a Pennsylvania, estava a olhar para mim no espelho retrovisor e disse “Paulie, é a tua deixa!”
"Hey Lou," perguntei, abanando os ombros, "se detestas tanto sumo de toranja, porque é que o metes no Vodka?”
O Lou olhou para o Blassie… ele estava sempre a olhar para algum lado menos para a estrada… e disse “onde é que encontraste este miúdo? Qual é o problema dele? É deficiente ou quê?”
Ele bebeu outro grande golo de vodka (com o sumo de toranja misturado), e disse “aprende na vida com isto”.
O Captain mete sumo de toranja no seu sumo de toranja porque detesta sumo de toranja. Detesta. Traz-lhe vómitos. Estraga-lhe a bebida. Fá-lo arrepender de alguma vez o ter bebido. Detesta-se por alguma vez o por dentro do seu corpo!”
O Lou bebeu mais um golo, sabendo que eu estava a ouvir cada uma das suas palavras.
"Não percebes?" explicou o Lou, "Está a ajudar-me a deixar de beber!"
===
Cada viagem com o Lou era uma aventura semelhante. Ele era barulhento, atrevido, louco, mas ainda assim era um dos seres vivos mais afectuosos que alguma vez se podia conhecer. O Lou ligava-se às pessoas, e no fundo ele era só um homem gentil e honesto que queria entreter as pessoas. Fazia sempre o que lhe mandavam, e nunca se queixou de nada excepto do “Vince Junior”. Nos selvagens anos 70 e 80, ele era um marido leal e afectuoso e um grande homem.
E como podem ver, ele nunca foi entediante, especialmente quando viajava de uma cidade para outra.
RIP Captain Lou. Boa viagem
Com muita apreciação e afecto,
Paul Heyman